Mineração gaúcha destaca as oportunidades que serão geradas com as obras do Cais Mauá

Segmento deve fornecer agregados de brita, areia e saibro durante a construção

O evento, que ocorreu na última semana, marca o início de boas perspectivas para o segmento da mineração, pois será um importante mercado para fornecimento de agregados para a construção, com brita, areia e saibro. O Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e a Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) estiveram presentes no ato de concessão da licença de instalação para a Empresa Cais Mauá do Brasil S.A., que permite o início das obras de revitalização do local.

– A iniciativa de participar representando os nossos associados foi pela dimensão do projeto e as oportunidades que teremos de fornecimento de agregados (brita, areia e saibro), sejam eles a granel ou aplicados em concreto, argamassa e no asfalto. Nós valorizamos e buscamos sempre que possível incentivar as iniciativas de empreendimento no setor público ou privado, com a intenção de fortalecer o desenvolvimento do nosso setor – afirmou o coordenador regional da Agabritas, Paulo Fernando de Oliveira, que prestigiou o evento representando a entidade e o sindicato.

Durante a solenidade, o prefeito Nelson Marchezan Junior, agradeceu o empenho de todos os envolvidos no projeto vislumbrando um grande benefício para população a partir da futura entrega da obra.

– Agradecemos aos investidores privados que estão aqui ao nosso lado. É essa linha que nosso governo segue, pois estamos junto a pessoas que, realmente, querem fazer a mudança na vida das pessoas – afirmou.

A cerimônia de entrega da licença de instalação do empreendimento, no pórtico central do cais, contou com a participação do governador José Ivo Sartori.

– Esse é um marco histórico para todos os gaúchos — declarou o governador.

A primeira fase de obras prevê o restauro de 11 armazéns e a construção de 10 praças, em dois anos, a um custo de R$ 80 milhões. As etapas seguintes preveem prédios comerciais e um centro comercial. O prazo total é de seis anos, e cerca de R$ 500 milhões deverão ser aplicados.