Consumo alternativo de energia pode ajudar a reduzir impacto dos aumentos no preço da tarifa

Indústria foi a mais impactada com os reajustes tarifários dos últimos anos

A adoção de formas alternativas de energia elétrica é uma das opções apontadas pelo presidente do Sindicato das Empresas de Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e da Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas), Pedro Antônio Reginato, para que a sociedade drible a elevação de custos da matéria prima. A sugestão é uma resposta ao anúncio de um aumento de 30,62% nas contas de luz de uma concessionária gaúcha, autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no final de 2017.

– Contamos com uma das maiores jazidas de carvão do Brasil, também estamos em uma localização privilegiadas para a produção de energia eólica e fotovoltaica. Estas opções têm custo mais acessível e abrem a possibilidade para os gestores comprarem energia no chamado mercado aberto, sem a obrigação de adquirir das fornecedoras de eletricidade. A escolha do modelo de energia deve contemplar as demandas de cada organização – explica Reginato.

Conforme os dados da Aneel, entre 2011 e 2015, o consumidor industrial brasileiro foi o mais impactado com os reajustes tarifários, com um aumento médio de R$ 44,50/MWh.